Entrem aqui rapidinho, estou de volta com o meu blog pessoal de imagines.
Mais o que? Ele dormiu aqui?
Não, não e não. Só de soa com a minha cara, não é? Mil perdões, mas eu não quero, não aceito esse traste rodando na minha casa desse jeito, e que jeito... O que? Não pensa merda Kate!
- O que você esta fazendo aqui? - falei olhando brava para a TV. Eu não queria ter que admitir que ele tinha sim o abdômen bonito, quer dizer, perfeito. Para com isso agora Kate, para!
- Ué?! Sua mãe não falou que eu me pai nos mudamos para cá ontem a noite? - ele disse debochado, indo até a cozinha.
O que? Ele vai morar na minha casa? Não!!!
- Não. Minha mãe não contou, e se contasse... - parei de falar quando ele apareceu do nada na sala onde eu estava sentada no sofá.
- O que ia acontecer se ela contasse? - ele disse bem perto do meu rosto.
- Saia da minha frente. - falei o empurrando, o fazendo cair sentado no sofá. - Tenho coisa mais importante para fazer do que ficar aqui discutindo com você.
- A gente não estava discutindo, não pelo meu ponto de vista. - ele disse debochado e soltando um risinho logo depois. - Hey, volta aqui... Eu 'tô com fome e não sei cozinhar.
- O problema é seu. Não preciso mais ficar fazendo o que você mandar.
- Devia... Sabe porque?
- Me deixa em paz, ok? - falei por fim, e voltei a subir as escadas.
"Devia, sabe porque?", Agrh! Vê se me esquece, eu não te devo nada moleque, o que ainda quer comigo? Agrh!
Me joguei na cama e fiquei fitando o teto, e nele comecei a imaginar toda a minha vida antes desse traste aparecer. Sabe, como se minha vida estivesse sendo retroprojetada no teto branco de meu quarto, mas não havia nada ali, além da minha imaginação de criança de sete anos idade.
Ela não era muito interessante. Quero dizer, ela não tinha nenhuma graça. Minha vida se resumia em ir para faculdade, volta para casa, estudar e depois de uma tarde tediosa, dormir a noite toda e sonho com o meu sonho de ser uma grande cantora POP. Sei, coisa de garota de sete anos de idade. Mas como agora eu tenho quase vinte, tenho que prestar muita atenção em cada decisão da minha vida, e uma delas não é ter um meio-irmão que um dia me chantageou por causa de uma carta, que hoje não faz tanta diferença na minha vida. Que coisa Kate, você se mete em cada uma!!!
Ouvi o som eufórico de "Made in USA - Demi Lovato" tocar freneticamente, e sai a procura do pequeno aparelho branco que eu inocentemente chamo de melhor amigo. Porque? Simples, meu celular nunca me abandona.
Olhei no visor e vi o nome de Lucas estampado no mesmo e acompanhado de uma das minhas fotos favoritas do mesmo. Não exitei e atendi, e percebi o efeito instantâneo que ele causava em mim. Eu só sabia sorrir quando estava perto dele.
- Oi amor! - ele falou do outro da linha, parecendo cansado.
- O que houve?
- Tive que vim mais cedo para treinar, e não vou poder ir ai te buscar. Mas queria tanto que viesse, tem como pedir para alguém te trazer?
- A onde é?
- Do outro lado da cidade. Se não tiver quem te traga, não precisa vir. Não quero que fique andando sozinha.
- Deixa de ser bobo. Eu sei me cuidar, Lucas.
- Mesmo assim. Se não tiver quem te traga, não ouse sair de casa, ok? Bem, eu só liguei mesmo para falar isso. Tenho que voltar para o treino. Beijo, te amo.
- Te amo. - Lucas foi rápido e desligou o telefone muito antes de eu pensar em fazer tal ato.
Ótimo, como eu vou ver o jogo dele agora? Pensa em algo Kate, rápido!
Desci as escadas novamente e indo até a cozinha. Justin estava na mesma cortando um pão e colocando tudo o que tinha na geladeira dentro do mesmo.
- Você viu a minha mãe? - falei passando por trás dele e indo até a geladeira com um copo na mão. Peguei a garrafa de água e despejei uma quantidade em quanto esperava ele falar alguma coisa.
- Não. - ele falou com a boca cheia, e me olhando. Justin deu alguns passos em minha direção, pegou meu copo de água, que estava pela metade, e bebeu o conteúdo, me entregando o copo vazio logo depois. - Porque?
- Não é da sua conta. - disse irritada e colocando mais água no copo, mas bebendo dessa vez.
- Fala o que é, talvez eu possa ajudar.
- Eu não quero a sua ajuda.
- Nossa, acordou co o diabo do seu lado hoje?
- Não, você não estava lá quando eu acordei. Mas infelizmente esta na minha frente agora.
- Nossa, que rude.
- Eu só quero saber se você sabe onde esta a minha mãe.
- Ela disse ontem a noite que ia sair com meu pai hoje sedo e que só chegaria de noite, então... Estamos sós aqui.
- Ótimo, e meu dia pode ficar pior? - falei olhando para ele com tédio.
- O que já aconteceu para você ficar com tanto mau humor.
- Você morar na minha casa já não é o suficiente?
- Me odeia tanto assim?
- Não, imagina. Eu te amo tanto, venha cá e me beije logo de uma vez. - falei sinica e passando ao lado de Justin, indo em direção a porta.
- A onde vai?
- Sair.
- Para onde?
- Não é dá sua conta.
- Estou responsável por você.
- Desde quando?
- Desde que sua mãe pediu para eu cuidar de você.
- Eu sei me cuidar. Ok?
- Sabe mesmo?
- Sim.
- Então tudo bem. Só me diga para onde vai.
- Para um jogo de basquete do outro lado da cidade.
- Vestida desse jeito? - ele disse encarando minha barriga que estava descoberta.
Olhei para mim mesma e percebi que eu não queria sair de casa daquele jeito, mas ele me estressou tanto que eu simplesmente esqueci que estava vestida daquela forma.
Olhei-o com tédio e tentei abaixar minha blusa, arrancando um risinho irritante dos lábios de Justin, e que lábios. O que eu pensei? Não!!!
Corri para meu quarto, e tranquei a porta. Ele estava lá na minha casa, não iria arriscar deixar aporta aberta. Adentrei no banheiro e me despi. Entrei no box, liguei o chuveiro frio e me enfiei ali embaixo, deixando a água fria escorrer por meu corpo.
Depois de um bom tempo no banho, saí. Voltei para meu quarto enrolada em um roupão, que linha um capuz com orelhinhas, e me dirigi até o guada-roupa, peguei qualquer roupa que tinha ali e vesti, sem me importar se combinava ou não, tudo que eu queria era sair daquela casa e bem, tentar chegar ao outro lado da cidade a tempo de assistir o jogo de basquete de Lucas.
Desci as escadas apressada, quase caindo da mesma. E corri para porta, abrindo-a, mas sendo chamada a atenção antes de sair.
- Você tem sorte de eu está indo para o mesmo lugar, se não você não ia.
- Como é que é?
- Vestida desse jeito não.
- O que você tanto tem conta as minhas roupas?
- Nada. Eu até gosto delas, é só que seu corpo chama muita atenção.
- Vai se 'foder.
- Olha a boca.
- Você não é ninguém para falar como eu devo falar, ou quais palavras eu devo pronuncia.
- Eu posso não ser ninguém, mas que me impressiona ver uma menina igual você falando tal palavras, é verdade.
- Me deixa em paz. - falei, voltando a tentar sair pela porta, mas Justin voltou a me impedir, mas dessa vez me puxando pelo braço e me levando para a garagem.
- Me solta, esta me machucando.
- Entra no carro, eu te levo.
Olhei para ele com cara feia e entrei no carro. Antes não havia percebido a roupa que Justin usava. Ela era bem parecida com a que Lucas usava nos treinos, quer dizer, era idêntica, só o que mudava era as costas, que tinha Bieber e o numero 6 estampados.
(n/a: eu não achei uma mais ressente, então vai essa mesmo, finjam que ele esta como esta agora, obrigada.)
Justin deu a volta no carro e logo em seguida entrou, deu partida e antes de pisar no acelerador, se virou para mim.
- O que é? - falei olhando para ele, que não respondeu, apenas riu de lado e virou o rosto esperando a porta da garagem abrir. - Coloca o cinto.
- Você não é minha mãe.
- Agora sabe como eu me sinto quando manda em mim. Coloca o cinto agora, ou para o carro para eu descer. - ele suspirou irritado e colocou o cinto, arrancando de mim um sorriso vitorioso.
Desci do carro depois de um grande caminho em silencio, quer dizer, não tão silencio assim. Vez ou outra Justin tentava puxar assunto comigo, fazendo perguntas indiscretas e as vezes com segundas intenções, mas quando via que eu não ia dizer uma palavra que servisse de resposta, parava de insistir e voltava a ficar em silencio.
Corri até onde estava acontecendo o jogo, ou ainda iria acontecer, e entrei. Sai procurando por um rostinho bonito e conhecido ali dentro, mas o único rosto conhecido, porem também bonito ali era o de Justin. O que me deixava triste. Onde estava o meu Lucas?
- Se esta esperando alguém, tipo assim, o Lucas, não perca seu tempo. Ele não vai vir jogar hoje, ele esta proibido de jogar durante três jogos.
- Como assim? Mas ele me ligou ontem e disse que ia jogar, e me ligou hoje mais cedo dizendo que não ia me buscar em casa porque já estava aqui treinando.
- Se não quer acreditar em mim, não acredita. Só estou dizendo que ele não vem. Apenas. - e dito isso, ele voltou a andar, parando metros depois e dando meia volta. - Mas, mesmo não acreditando em mim, não vou te deixar aqui sozinha. - ele segurou meu braço e começou a me puxar para andar ao seu lado.
Mas como assim? O Lucas não iria vir jogar? Então porque quis tanto que eu vinhe-se? Custava dizer que não ia jogar? Eu não ia dá a minima para isso. E porque quando ele me ligou, me fez acreditar que estava treinando? Ele me parecia cansado no telefone. Porque Lucas?
Continua???
Bem amores, sei que demorei e não tenho motivos pela demora, foi preguiça mesmo.
Obrigada pelos comentários, de verdade. Fiquei tipo "OMG!" quanto vi a quantidade.
Eu Lovo Vocês.
Ps: estou pensando em reativar o meu blog de imagines, o que acham??? mas eu não vou deixar vocês... Nunca, e vocês sabem disso...
Ps: estou pensando em reativar o meu blog de imagines, o que acham??? mas eu não vou deixar vocês... Nunca, e vocês sabem disso...





