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1.6.13

Contrato (Cap.7)

COMENTEM PFVR 
Justin Drew Bieber’s Point Of View
Fiz esforço pra acordar antes de Anna hoje, precisava ligar pro meu pai sem que ela visse e tentar convencer Jeremy a comprar uma casa para mim e Anna morarmos, afinal, eu havia mentido pra Anna, e se ela descobrisse que não existisse casa nenhuma, estava ferrado. Levantei-me da cama, deixando Anna dormindo, coloquei uma calça jeans preta, uma camisa cinza escura, um supra preto, coloquei meu celular no bolso e saí do quarto. Procurei por um lugar mais reservado, perto do Jardim e liguei pro meu pai, demorou um pouco pra atender, mas ele atendeu.
– Pai? –
– O que aconteceu Justin? –
– Aconteceu... – acabei deixando escapar um sorriso em meus lábios.
– Esse é o meu garoto!! – Jeremy falou contente- Sem camisinha não foi?-
– Claro né pai, se não era a mesma coisa que nada... Agora tem um probleminha...-
– Que problema? – meu pai perguntou, já demonstrando irritação.
– Na outra vez que você ligou pra mim, Anna escutou o final da nossa conversa...-
– O que ela escutou? – meu pai já estava irritado.
– Se lembra quando você me falou que quanto mais rápido eu pegasse ela, melhor seria pra mim, e eu acabei repetindo “quanto mais rápido melhor pra mim”?-
– Não acredito que ela escutou isso, como você a enrolou?-
– Agora vem o problema... Falei que você tinha comprado uma casa pra eu e ela morarmos juntos, e que você tinha mandado reformar a casa, pintar, essas coisas...Por isso, tinha dito quanto mais rápido fosse a reforma, melhor pra mim... –expliquei.- E outra... ela queria ver fotos da casa! –
– Puta que pariu Justin... – meu pai gritou e eu tirei o celular da orelha.
– Foi a primeira coisa que veio na minha cabeça...- me justifiquei.
– Tá... vou comprar uma mansão na zona sul de Toronto hoje mesmo, e se der amanhã mesmo te mando as fotos da casa! –
– Ok – disse seco e terminei a ligação.
Anna Bonner Mazzafera’s Point Of View
Acordei eram umas oito horas da manhã com o meu celular tocando, passei a mão ao meu lado na cama, e percebi que Justin não estava mais lá. Peguei o celular, que estava em cima do criado-mudo ao lado da cama. Era Harry. Sorri ao ver que era ele. Enquanto atendi o telefone, andei pela suíte à procura de Justin, mas nem sinal dele. Estranho.
– Oiiii Harold – atendi entusiasmada.
– E aí como está sua vida com o garoto mais insuportável, ridículo, nojento, e infantil? – Harry começou a repetir todos aqueles adjetivos que eu tinha dado a Justin no dia da festa do meu casamento –
– Está indo... – engoli seco.
– Indo bem... mal? – Harry riu do outro lado da linha.
– A gente briga, depois estamos de bem, e assim sucessivamente!- expliquei.
– Mas ele tá te tratando bem? –
– É o que eu acabei de falar Harry, tem hora que ele é fofo, e tem hora que eu tenho vontade de matar ele... Tem momentos que ele é muito insuportável – transparecia raiva em minha voz.
– Entendi... Mas vocês já... – o interrompi, antes que perdesse a coragem de contar a verdade, Harry era meu melhor amigo, e ele iria me entender, eu acho.
– Sim, ontem... E já estou quase arrependida – falei rápido.
– Eu não acredito Anna, ele te forçou? Eu sabia que não ia dar certo essa história de casamento arranja... – o interrompi mais uma vez, Harry estava exaltado demais.
– Não Harry... Ele não me forçou a nada, eu fiz porque eu quis –
– Eu não estou entendendo mais nada Ann... Eu nunca pensei que você... – ele parecia que estava tomando coragem para terminar a frase – Nunca pensei que você era um vádia Anna – ele disse sem medo.
Senti meus olhos se encharcarem de lágrimas, a pele das minhas bochechas ardiam e queimavam em ódio e vergonha. Nunca imaginei Harry falando isso de mim. Nunca. Ele sempre me tratou como uma princesa, sempre foi o meu melhor amigo, quando tinha 14 anos, ele me pediu em namoro, dizendo que eu era a garota mais especial do mundo, e que ele não poderia deixar eu escapar de suas mãos. Acabamos porque Harry teve que se mudar para Londres, e só voltamos a nos ver há dois anos quando ele se mudou de volta para Stratford. De vez em quando ele dizia que me amava, e queria voltar a namorar comigo, mas eu sempre achei que era melhor sermos amigos. Meu choro estava entalado na minha garganta, sentia vontade de gritar.
– Anna, você está aí? – Harry perguntou, eu estava há um bom tempo em silêncio.
– Eu estou me sentindo péssima agora Harry - comecei a soluçar entre lágrimas- Nunca pensei que você me chamaria de vadia – dei ênfase na ultima palavra.
– Foi sem querer Ann, eu fiquei com raiva, mas... – ele parecia procurar palavras, mas não deixei.
– Chega! Não quero mais ouvir nenhuma palavra da sua boca hoje... –
– Ann... – foi tudo que eu ouvi dele, antes de terminar a chamada.
Estava me sentindo um lixo, por um lado Harry tinha razão, eu realmente me entreguei muito fácil a Justin, mas Harry não podia ter me tratado assim. Não mesmo. Fui ao banheiro, olhei-me no espelho que havia em cima do balcão da pia. Estava vermelha, meus olhos um pouco inchados e meu cabelo bagunçado. Enxuguei as lágrimas com as costas das minhas mãos, e voltei a me encarar no espelho. Realmente eu era uma idiota. Ouvi a porta do quarto abri, me recompus o mais possível, e coloquei minha cabeça do lado de fora do banheiro pra ver quem era. Justin acabava de chegar.
– Onde você estava? – perguntei.
– Por aí... – deu de ombros.
Percebi que o velho Justin havia voltado. Entrei no banheiro novamente, tomei banho, e tentei me esquecer de tudo que tinha acontecido. Saí do banheiro com uma toalha em volta do corpo, e outra enrolada em meu cabelo. Justin estava assistindo televisão e nem me notou, eu acho. Coloquei essa roupa (http://www.polyvore.com/day/set?.locale=pt-br&id=54038044) e saí do quarto, sem dar explicações. Mau saí do quarto, e senti alguém me segurar pelo braço.
– Onde você está indo? – Justin segurava meu braço.
– Um lugar chamado “por aí”... – respondi irônica e me soltei dele.
Justin finalmente me deixou em paz, e eu segui caminho até o jardim do Hotel, fiquei sentada naqueles bancos de praça. Eu precisava espairecer, sozinha.
Justin Drew Bieber’s Point Of View
– Um lugar chamado “por aí” – ela respondeu, soltando-se de mim, e fugindo do meu campo de visão. Que menina louca, já estou perdendo a paciência com ela. Voltei pro meu quarto, tomei banho e depois fui tomar café. O dia se passou assim, sem sinal da Anna. Já eram dez e meia da noite e nada dela. Uma coisa eu sabia ela não estava no Hotel. Decidi sair do hotel à procura dela, ela com certeza estaria por perto.
Anna Bonner Mazzafera’s Point Of View
Eu não sei o que deu em mim, mas eu senti vontade de sair dali, sair desse hotel. Dei uma volta pela praia, depois comi naquele mesmo lugar de ontem, fiquei ali sentada sem fazer nada por um bom tempo, existiam várias pessoas bebendo no restaurante, acabei pedindo uma vodka pura, dizem que bebida te faz esquecer os problemas, e era isso que eu precisava, esquecer todos os meus problemas. Tomei um copo, dois copos, sete copos. Já estava me sentindo alegre, até demais. Tinha uma homem sentado há três mesas de distância de mim. Ele me encarava, e isso já estava me irritando, ele veio até minha direção, e se sentou numa cadeira a minha frente.
– O que faz uma moça tão bela beber tanto assim? – ele perguntou em inglês, ele deve ter percebido que eu não era daqui.
– Não é da sua conta. – respondi com dificuldade, já sentia minha língua pesar.
– Nossa... A gatinha é arisca? – ele perguntou rindo.
Mas que papo nojento...
– O que você quer? – perguntei diretamente.
– Uma companhia pra hoje à noite. –
– Já é noite...-
– Eu sei... Vai ter uma festa aqui na pub ao lado. Quer ir... comigo?–
– Olha... eu não to num bom estado pra festa, e... e eu nem te conheço – disse me levantando da mesa pra ir embora dali.
– Prazer, sou Louis – ele estendeu a mão para um comprimento e eu ignorei, mas ele segurou meu braço, impedindo que eu fosse embora - E você chama-se?-
– Anna – respondi, pra ele me deixar em paz.
– Vamos Anna, você não vai se arrepender... Garanto que vai se divertir – ele tentava me convencer.
– Vou me divertir? – perguntei séria, era tudo o que eu precisava.
– Se é isso que você quer... Vai sim – ele sorriu malicioso.
Quer saber? Foda-se. Eu precisava me divertir pelo menos uma vez.
– Tá bom, você me convenceu. – ele sorriu vitorioso.
Já estava tarde, mas não tinha noção da hora exata. Louis me levou até a Pub, era bem grande, todas as paredes eram pintadas de preto, mas existiam várias iluminações coloridas, que não deixavam o ambiente escuro. A Pub estava quase vazia, mas ele disse que em questão de minutos, já estaria lotada. Pedi uma Margarita e Louis me acompanhou na bebida. Ele era até legal e bonitinho, mas o jeito dele às vezes me assustava. A Pub começou a encher. Eu assistia tudo, sentada num banco de frente pro bar. Louis me observava.
– Vem... vamos dançar – Louis estendeu sua mão.
– Mas essa música é lenta, tem que dançar junto, e olha – apontei pra minha aliança – Sou casada! – fiz uma careta.
– Não tem problema, como eu disse, só uma dança.- ele me puxou pra si.
Louis tinha pegada, ele me conduziu muito bem a dança inteira. Juro, que se não tivesse casada, ficava com ele. Senti Louis apalpar minha bunda, com uma das mãos.
– Ei – tirei a mão dele da minha bunda – O que pensa que está fazendo?- empurrei Louis pra longe de mim.
– Vai dar uma de santinha agora? – ele me puxou pra perto dele novamente, me apertando com força.
– Eu não te dei liberdade pra isso.. – gritei, e algumas pessoas já prestavam atenção à tudo.
– Ah não? Então você conhece um estranho, deixa ele te levar pra uma festa, bebe com ele, dança com ele, e agora você tá dizendo que não me deu liberdade? – ele ainda me apertava em seus braços.
– Não, eu não te dei – disse óbvia e ele me jogou no chão, as pessoas estavam gritando, algumas incentivavam o que Louis estava fazendo, outras gritavam em desaprovação, mas Louis não estava nem aí pros outros, ele tinha seus olhos raivosos fixos em meu corpo.
– Você é só mais putinha que eu encontro por aqui... – ele deu um tapa em meu rosto, e gemi de dor, não tinha forças pra reagir – Agora, você vai aprender a não rejeitar um homem vadia – de novo essa palavra, primeiro Harry, agora esse miserável do Louis.
Meu corpo estava jogado no chão, Louis se aproximou e sentou sobre meu corpo, ficando sentado sobre minha barriga, não, isso não podia estar acontecendo.
– Me larga, me solta!! – gritei o mais alto que pude, mas isso só piorou tudo, ele prensou meus pulsos no chão, e se deitou sobre mim, selando nossos lábios, pedindo passagem para um beijo, mas eu fechei a boca e não abri. Tentava pedir ajuda pras pessoas que estavam no local, mas elas pareciam mais assustadas e apavoradas que eu, muitas delas estavam indo embora. Louis desistiu de meus lábios, tirou minha jaqueta, e depois rasgou minha blusa sem piedade alguma. Ele encarava meus seios com malícia e ao mesmo tempo ira. Eu já estava chorando desesperadamente, gemendo alto, Louis pegou um pedaço de pano da minha blusa rasgada e tampou minha boca, para que eu não pudesse gritar. Eu não tinha mais saída, estava presa e sem possibilidade alguma de pedir socorro.
– Você vai foder comigo à força – ele sussurrou no meu ouvido, fechei meus olhos com força, tentando não ver nada que ele fazia comigo.
Justin Drew Bieber’s Point Of view
Entrei no carro e fui em direção ao centro da cidade, ela com certeza deve ter ido pra lá, passei pelo restaurante e ele já estava sendo fechado, mas havia uma vendedora, fechando o lugar. Fui até ela, e por coincidência era mesma garçonete, que tinha nos atendido ontem.
– Boa Noite moça... – me aproximei dela.
– Desculpa senhor, a loja já está sendo fechada – ela respondeu sem ao menos olhar na minha cara.
– Não, não é isso... – ela me olhava agora – Se lembra de mim? – ela semi cerrou os olhos, parecia fazer esforço para se lembrar de mim.
– Ah sim lembro, você estava com sua namorada aqui, estava comendo buchada –ela comentou.
– Ainda bem que você se lembra da minha esposa, você viu ela hoje? Ela passou por aqui?-
– Ah eu a vi hoje sim, ela até estava acompanhada por um homem...-
Homem? Como assim? Com quem Anna estava? Pensei.
– Homem? – perguntei curioso.
– É, eles ficaram conversando e depois saíram, eu acho que eles foram pra Pub aqui do lado, não tenho certeza... –
– Ah muito obrigado. – ela assentiu com a cabeça, e eu saí correndo em direção a Pub.
Que estranho, tinham várias pessoas do lado de fora da pub, pareciam assustadas, alguma coisa de errado estava acontecendo, ouvi pessoas dizerem para eu não entrar, mas eu fingi que não havia escutado, alguma coisa me dizia pra entrar, alguma coisa me levava a acreditar que Anna tinha tudo a ver com o que estava acontecendo.

29.5.13

Contrato (Cap.6)


– Deixa eu te amar, Anna - Justin sussurrou entre beijos. 

Meus olhos se abriram nessa hora, assustados, o que eu iria fazer? Contar a verdade? Mentir de novo? Eu acho que não tem mais como fugir disso, eu não amava Justin, mas agora, ele era meu marido, e ele tinha esse direito.

– Justin... – o afastei um pouco de mim com as mãos.
Justin me encarava, sem entender nada.
– Eu tenho que te contar uma coisa, e desculpa, eu menti pra você, eu sei que isso foi infantilidade da minha parte, mas, eu mal te conhecia, mal sabia como você era, e tive vergonha de te contar, mas... – coragem me faltava, para pronunciar as próximas três palavrinhas, eu não conseguia encarar Justin, olhava tudo, menos seus olhos, dei um último suspiro e decidi continuar – Eu sou virgem, pronto, falei! – fechei meus olhos com força, com medo do que Justin falaria –
– Eu sei Anna... – senti a mão de Justin erguer meu queixo, com delicadeza –
Como assim, ele sabia? Meus olhos se abriram, e o encarei totalmente surpresa.
– Como assim, eu menti pra você... – falei com vergonha –
– Eu sempre soube que você era – ele sorriu fraco - desde quando você havia dito que não, a sua cara de desconforto na hora que respondeu, seus atos nervosos depois de ter falado sobre o assunto, tudo te denunciou, eu entendo você ter mentido... eu realmente fui um idiota quando te perguntei isso –
Aquele dia veio como um flashback na minha mente.
“ – Anna, por favor, vamos tornar isso menos complicado tá? Vamos curtir, transar, você engravida, e fim – dessa vez, ele me encarava, sentado na cama –
– Você acha que é assim? Curtir, transar e engravidar? Vamos ter um filho se você ainda não se tocou! Isso é muita responsabilidade Justin! E outra, eu não vou conseguir transar com você, sem te amar - disse cabisbaixa –
– Como assim? Que papo de virgem – ele zombou – Você não é virgem, é? -ele arregalou os olhos.
– Naa-não!! – menti –

Eu era virgem, apesar dos meus dezoito anos. Eu já tinha ido até as preliminares sabe? Mas o ato mesmo, nunca. Sempre ficava com medo e desistia. É. Não contei pro Justin, porque eu acho que ele ia ficar zombando de mim. Só ia contar quando me sentisse pronta.


Justin parecia prender o riso, mas esse garoto é um infantil mesmo.


– Por que você tá com essa cara? Eu não sou virgem! – elevei meu tom de voz, tentando ser mais convincente -

– Você tá parecendo uma bebêzinha marrentinha – riu- Calma, eu acredito em você! – ele levantou os braços, fazendo sinal de redenção-“
Justin continuava a falar durante minhas lembranças.
– Por mais difícil que seja pra mim te dizer isso, eu vou entender se você não quizer tirar sua virgindade comigo, você não me ama, aliás, você me odeia e... – calei Justin com um beijo feroz, eu nunca pensei que um dia iria beijá-lo assim, com desejo, poderia me arrepender dessa minha decisão pelo resto da minha vida, mas hoje, agora, eu quero isso mais do que tudo–
Justin parecia não entender nada, mas acho que ele entendeu o meu recado quando mordisquei sua orelha e sussurrei:
– Talvez eu me arrependa disso amanhã, ou depois, mas... eu te quero, agora...-voltei a beijá-lo.
Nossos corações estavam descompassados, meu corpo estava indo á loucura com cada toque carinhoso feito pelas mãos de Justin, parecia que ele tinha certo cuidado comigo. Justin me carregou em seus braços, até a beira da praia, onde ninguém pudesse nos ver, ele me deitou com delicadeza na areia, nesse momento ele me olhava com malícia, observando cada centímetro do meu corpo, se deitou sobre o meu corpo, de um jeito que os nossos corpos se tocavam em uma perfeita sincronia eu ficando por baixo e ele por cima, aquilo me dava uma sensação inexplicável, era como se eu não tivesse mais controle sobre mim mesma. Justin me conduzia em tudo, sem falar nada, apenas com o toque, eu entendia o que ele queria. Suas mãos passavam pela minha silhueta, e seus beijos se distribuíam entre o meu pescoço e seios, suas mãos foram rápidas e tiraram o meu biquíni e com certo cuidado, acariciou meus seios, como um instinto, minhas unhas arranharam suas costas sem piedade. Percebi que Justin estava só de sunga, e já havia um volume grande ali dentro. Estava tão extasiada com o prazer que Justin me dava, a cada toque, a cada sugada, a cada beijo em meus seios, que eu nem percebi quando ele tirou a parte de baixo do meu biquini, quando me dei conta, inevitavelmente fiquei tensa, não sabia o que fazer, entrelacei meus dedos em sua nuca e involuntariamente sussurrei seu nome, enquanto senti ele tocar na minha parte íntima, aquelas sensações tomavam conta de mim, de um jeito que era impossível controlar, ele começou a me estimular, sentia o meu corpo se arrepiar, um tipo de energia percorria todo o meu corpo. Tive vontade de ficar sobre ele, e assim fiz, olhei seu membro com malícia, e fui descendo meu corpo até lá. Eu não sabia o que fazer direito, nunca tinha feito sexo na vida, nunca tinha pegado naquilo, mas meu instinto dizia para tirá-lo da sunga o quanto antes, estava insegura sobre esse ato, mas tirei seu membro de lá e apertei com a mão, era uma sensação estranha, nova, mas boa. Justin arqueou seu corpo, acho que apertei com muita força, ri de mim mesma, mas ele assentiu, era pra eu prosseguir, fazia pequenos movimentos de vai e vem em seu pênis, Justin gemia e aquilo me deixava mais excitada.
Justin Drew Bieber’s Point Of View
– Talvez eu me arrependa disso amanhã, ou depois, mas... eu te quero, agora...- Quando Anna sussurrou isso no meu ouvido, me senti o homem mais feliz do mundo, eu ia fazer aquilo valer a pena. Seu corpo era perfeito, dos cabelos até a pontinha dos dedos do pé, ela era perfeita. Eu posso ser o maior cafajeste de todo o mundo, posso ser o pior marido de todos, mas hoje eu ia tentar ser o melhor de mim. Eu tinha o seu corpo deitado à minha frente, não sabia nem por onde começar. Estávamos a afastados de tudo e de todos, a praia estava deserta. Estava deitado sobre o corpo dela, beijava-a como se não houvesse amanhã, como se hoje fosse o meu ultimo dia aqui, junto com ela. Tentava tê-la o mais perto possível do meu corpo, nossos corações estavam acelerados, levei minhas mãos ao seu biquíni e o desamarrei, tive a melhor visão de seus seios, eram médios e bonitos, com cuidado, massageei cada um deles, ela arranhava minhas costas com a ponta dos meus dedos, ela sussurrou meu nome em meu ouvido, e aquilo me deixou com mais vontade dela. Tirei a parte de baixo de seu biquíni, e comecei a estimulá-la com um dedo, depois dois, até ela ficar um pouco mais molhada. Voltei a beijar seus seios, e ela mudou de posição, ficando sobre mim, ela tinha seus olhos em meu membro, tirou meu pênis da sunga, e o apertou com força, arqueei meu corpo por causa da dor, ele olhou pra mim confusa, e eu assenti pra ela prossegui com aquilo, ela fazia movimentos de vai e vem, estava ficando muito excitado, e gemia baixo, acho que já estava na hora de tê-la dentro de mim, tomei o controle da situação novamente, colocando-a sentada, suas pernas ficaram entre minha cintura. Anna tinha seu rosto sob meu ombro, e suas mãos me abraçavam com força.
– Se doer me avisa... – disse posicionando meu membro na entrada da vagina dela, Anna estava tensa, eu sentia isso, penetrei-a bem devagar fazendo-a gritar quando senti meu membro rompendo seu hímen – Tá doendo? – perguntei.
– Tá, mas continua – ela disse quase num sussurro.
Comecei um vai e vem ritmado e devagar, mas Anna sussurrava pedindo por mais, e aumentei o ritmo, e ela foi se aliviando, nossos corpos estavam suados de prazer. Senti necessidade de chupar seus seios, seu pescoço, começamos a nos sentir um no outro, tudo se encaixava perfeitamente.
Anna Bonner Mazzafera’s Point Of View
Quando Justin me penetrou gritei de dor, mas com o tempo a dor ficou suportável, e virou prazer. Eu nunca imaginei que essa sensação seria tão boa, como vivi sem isso por tanto tempo? Justin chupava meus seios e meu pescoço enquanto me entocava rápido, estava no meu ápice, senti meu corpo estremecer, depois de segundos senti meu gozo sair, perdendo todas as minhas forças e caí ao lado de Justin, que também já tinha chegado ao seu auge. Estava extasiada e com a respiração muito ofegante. Eu não acreditava que tinha perdido minha virgindade com ele. Hoje. Percebi que Justin estava me encarando, mas eu não tive coragem de virar o rosto, e olhá-lo, estava com vergonha. Tratei de achar meu biquíni e coloquei o mais rápido possível, ainda não tinha ninguém ali mas ela melhor eu ficar vestida.
– Ei – era Justin me puxando pelo braço, me obrigando a encará-lo – Não vai dizer nada? – ele sorria gentilmente.
– O que é pra eu dizer? –
– Não sei... Você gostou? Se arrependeu? – ele ainda segurava meu braço –
– Eu gostei, mas ainda é muito cedo pra dizer que não estou arrependida... – me soltei dele – vou tomar banho de mar! – levantei-me.
– Tudo bem, eu vou com você – ele levantou-se, ajeitou a sunga e veio atrás de mim.
Dentro do mar, não aconteceu nada além de alguns beijos que Justin me dava, depois nós caminhamos um pouco pela areia, conversamos sobre a minha família e a família dele, Justin me contou que tinha dois irmãzinhos, Jazzy e Jaxon.
– Então, quer dizer que a garotinha que entregou as alianças, era sua irmãzinha Jazzy? –
– Hunrun... – ele assentiu –
– Ela é linda, nem puxou à você... – comentei para provocá-lo –
– Ela é linda igual à mim, nem vem – ele disse convencido –
– Você nem se acha hein? –
– Fazer o quê, se eu sou lindo mesmo –deu de ombros –
– E Jaxon? eu não o vi durante a cerimônia... –
– Ele estava lá, mas só que com a babá – Justin explicou-
– Ah... – senti minha barriga roncar – Justin, tô com fome – disse passando a mão na barriga – Eu trouxe uns sanduíches mas eles ficaram no sol, e devem estar estragados agora – fiz cara de nojo –
– Eu também estou, vamos voltar pro hotel... –
– Não Justin, vamos procurar um restaurante –
– Mas eu não sei onde tem um restaurante –
– A gente dá um jeito de achar um... – dei de ombros –
Voltamos pro carro, e Justin seguiu a trilha de volta para o hotel, mas só que fomos em direção ao centro da “cidade”. Existiam vários restaurantezinhos lá com comida típica da região. Achamos também uma Pub, que ficava do lado de um restaurante de comida típica.
– Olha que tal a gente vir aqui? – Justin apontava pra Pub –
– Hoje? – perguntei desanimada –
– Pode ser amanhã... Ainda temos 3 dias aqui! –
– Então, amanhã à noite –
– Tudo bem – Justin parou o carro na frente do restaurante de comida típica – Pronto! –
Saímos do carro, e entramos no restaurante, apesar de ser ainda onze e meia da manhã, até que haviam várias pessoas almoçando. Justin pegou uma cadeira, e fez sinal para que me sentasse, e depois ele se sentou à minha frente. Até que ele estava sendo cavalheiro. Justin pegou o cardápio.
– Acho melhor você pedir, porque eu não estou entendendo nada do que tem escrito aqui – ele disse chateado –
– Tudo bem... –
Pedimos a ajuda da atendente para fazermos nosso pedido, eu não conhecia nem metade daquelas comidas, a atendente que escolheu por nós. Depois de esperarmos um pouco, ela chegou com uma tal de Buchada.
– Não exagerem muito na quantidade hein? – a atendente avisou, o que ela queria dizer com isso? –
– Nossa, isso é muito bom.. – Justin parecia que não comia há dias –
– Calma Justin, não exagere na quantidade... –
Justin colocava mais Buchada em seu prato, e aquilo me fazia rir.
Depois que terminamos de comer a Buchada, pedimos uma sobremesa, chamada “Brigadeiro”. Estava muito bom, uma das melhores coisas que já havia provado. Justin pagou a conta, e depois voltamos para o hotel.
– Anna... – Justin me chamou, quando estava saindo do banho ainda de toalha –
– O que foi? –
– Não estou me sentindo bem – ele estava fazendo careta.
– O que você está sentindo? – disse me aproximando da cama, onde ele estava.
Será que ele estava com dor de barriga por causa da Buchada? pensei comigo mesma.
– Eu não sei... – ele dizia manhoso – Estou sentindo uma dor aqui! – ele pegou minha mão indo em direção a sua barriga, mas quando eu menos esperei ele puxou meu braço, me fazendo cair em cima dele – Te enganei – ele me beijou, e ficou por cima de mim.
– Que brincadeira sem graça Justin, eu pensei que você estava passando mau por causa da comida! – disse irritada, e me livrando dele –
– Não fica com raiva, foi engraçada a sua cara de preocupada – ele sentou-se na cama, e me imitou –
– Nossa que engraçado – ri sarcástica, e ele riu mais ainda –
Enquanto Justin ficava falando as besteiras dele, me troquei e fiquei vendo televisão. Justin acabou cochilando e me deixando em paz. Quando deu umas onze e meia da noite ele acordou, e nós pedimos um jantar no quarto, comida simples, e logo em seguida, dormimos.

27.5.13

Contrato (Cap.5)

(DIVAS) 

....
Anna Bonner Mazzafera's Point Of View

Depois que Justin tomou banho, nós jantamos, assistimos um filme e depois fomos dormir. Eu havia colocado o despertador para tocar às sete da manhã, em ponto, pois iríamos passear pela ilha, e quanto mais cedo fossemos melhor, era mais tempo para conhecer as praias da ilha. E o bendito despertador tocou.

– Ai desliga isso, Anna! - Justin se virou pro meu lado na cama.
– Pode ir acordando, se lembra o que você prometeu? Hoje nós vamos passear -levantei-me da cama, e comecei a puxar o lençol que o cobria. 
– Só mais cinco minutinhos, vai... -ele colocou o travesseiro sobre o rosto. 
– Nada de cinco minutinhos... Não era você que estava todo alegre de estar no Brasil? e agora tá aí... sem querer sair do Hotel- revirei os olhos. 
– Eu realmente quero conhecer a Ilha, mas como você não me deixou dormir a noite toda com o seu ronco, fica difícil acordar disposto no dia seguinte...-
– Como assim "meu ronco"? Eu não ronco Justin Drew Bieber! -afirmei confiante.
– Ronca sim, parece um motor de carro de fórmula 1 -ele começou a rir da cara que eu tinha feito.
– Justin isso não tem graça, eu não ronco... -cruzei os braços, encarando-o.
– Tá, tá... Você não ronca, só queria ver sua reação -ele riu debochado. 
– Que brincadeira sem graça -fiz cara de desprezo- Já pode ir levantando, eu ia até te dar uns 5 minutinhos de sono, mas depois dessa, você vai levantar e é agora! -puxei o lençol e o edredom dele e saí correndo, e ele veio correndo atrás de mim-
– Para Justin, eu não agüento mais correr -disse ofegante, mas sem parar de correr.
– Então, se renda! - ele disse vindo em minha direção. 
– Nunca! - olhei pra trás, pra ver onde ele estava, e ele estava muito próximo de mim, estava encurralada.
– Fim da brincadeira Justin me abraçou por trás, e eu bufei 
– Tá, e agora acontece o quê? -Justin me pressionou contra a parede- 
– E agora... Agora eu deveria ganhar alguma coisa? - ele estava a centímetros do meu rosto, seus olhos castanhos me encaravam com desejo- 
– O quê? -perguntei receosa- 
– Um beijo... - Justin estava quase selando nossos lábios, quando chutei sua parte íntima, e eu me soltei dele. 
– Vai tomar banho, aí depois... Quem sabe, você ganhe alguma coisa...- falei debochada, olhando ele se contorcer. 
– Depois dessa eu não quero mais nada com você, sua louca!- ele disse ainda se contorcendo.
– Quem manda não fazer o que eu peço?! -

Justin tomou banho, colocou uma sunga, bermuda e a camisa da seleção brasileira, aquela que ele comprou no aeroporto. Depois eu tomei banho, e coloquei essa roupa (http://www.polyvore.com/cgi/set?.locale=pt-br&id=53864168). Também peguei uns refrigerantes e uns petiscos pra comer e coloquei na bolsa.

– Você vai assim? -Justin disse quando eu terminei de me vestir.
– Vou! - dei de ombros -
– Só não vai! -ele levantou-se da cama, ficando de pé. 
– Vou sim, e você fique na sua! Você não manda em mim e muito menos no jeito que eu me visto, entendeu? -estava quase colocando o dedo na cara dele. 
– Nossa, eu só achei essa saia peque... -o interrompi.
– Não importa o que você achou, agora vamos! -Abri a porta da suíte e o esperei.

Odeio esses homens que querem mandar na roupa que a mulher usa. São uns machistas, ridículos.

Saímos do quarto e fomos até a recepção do hotel, procurar por algum guia de turismo, mas estes guias só trabalham com um grupo grande de turistas, ou seja, teríamos que encontrar outro jeito. Mapa. Isso foi o que a recepcionista nos deu, um mapa de todo o arquipélago. É. Acho que isso vai ser interessante.

– Você é louca? -Justin disse pegando o mapa das minhas mãos. 
– Ué, você agora tem boca? Estava caladinho e agora decidiu dar palpite-perguntei irritada -

Desde que tínhamos saído da suíte, depois do fora, Justin havia ficado na dele, emburrado.

– Você é muito bipolar garota!-
– Não mais que você - retruquei - Seus momentos insuportáveis, superam seus momentos de fofura...-
– Senhora Bieber... - a recepcionista interrompeu nossa briga, ela era muito corajosa só pode -
– É Sra. Mazzafera! - corrigi, tentando não ser grossa - 
– Desculpa, Sra. Mazzafera! Queria avisar que o carro que a senhora pediu acabou de estacionar na entrada do hotel -
– Muito obrigada! - sorri -

Justin havia alugado uma rangerover, para podermos nos locomover. Justin foi até a entrada do hotel e entrou no carro, e logo depois eu entrei.

– Eu só quero ver se você sabe ler mapas - falou irônico - Pra onde vamos? 
– Hm.... - prestava atenção no mapa - O que você prefere, uma praia cheia ou deserta?

– Por que você tá me perguntando isso? O que eu responder você não vai gostar - ele sorriu malicioso -
– Então tá... Aqui tá dizendo que a praia da Cacimba do Padre fica há 6 km daqui, pega essa estrada de terra, e é só seguir á trilha, que vai dar direto na praia -expliquei-

Justin dirigia atenciosamente, e eu liguei o som do carro, o silêncio já estava insuportável. A praia era perto, e em menos de quinze minutos chegamos. 
– Tá vendo, eu sei ler mapas! -ri.
– Ainda bem... -ele sorriu -

Justin parou o carro numa área própria e descemos. A praia era perfeita (http://migre.me/9YHpl).

– É melhor do que eu imaginava -Justin comentou se aproximando do mar.

Existiam no máximos umas dez pessoas ali, a praia estava quase deserta.

– É muito bonito mesmo -falei tirando os óculos escuros- 
– Então, não vai entrar? -Justin perguntou tirando a camisa, e depois a bermuda, ficando só de sunga preta- 
– É... acho melhor eu ir, antes que você me leve a força -falei rindo, me lembrando do episódio da piscina. 

Tirei a saia, os chinelos, deixei a bolsa e os óculos, tudo junto, em cima de uma canga na areia. Eu e Justin fomos andando, um ao lado do outro até o mar. Coloquei a ponta dos dedos na água e me surpreendi.

– Bem quentinh... -senti alguém me abraçar por trás - Justin... -o reprimi.
– Eu sei que você gosta -ele sussurrou no meu ouvido, e sorri involuntariamente-
Caminhamos assim até eu ficar com a água na altura dos ombros. Justin ficou de frente pra mim, suas mãos seguravam meu rosto. Nossos corpos estavam totalmente colados, não havia nenhum centímetro de distância. Como eu era mais baixa que Justin, ele me colocou com as pernas abertas abraçadas a sua cintura, e fiquei mais ou menos na altura dele. Eu não conseguia dizer nada, aliás, eu não sabia mais que desculpa dá-lo. Aqueles olhos amendoados me acabavam com os meus pensamentos, e qualquer tentativa de sair daquela situação, era falha. Justin me beijou, de início eu não fiz nada, mas sua língua explorava cada canto da minha boca, e senti necessidade de explorar a dele também. Nossas línguas travavam uma batalha, onde ambos só queriam ganhar. 

– Deixa eu te amar, Anna -Justin sussurrou entre beijos. 

Meus olhos se abriram nessa hora, assustados, o que eu iria fazer? Contar a verdade? Mentir de novo? Eu acho que não tem mais como fugir disso, eu não amava Justin, mas agora, ele era meu marido, e ele tinha esse direito.
.......
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